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Ipiranga do Sul inicia Plano de Saneamento Básico

31/10/2013

O Governo de Ipiranga do Sul está trabalhando na elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB) conforme as exigências da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades. A primeira reunião aconteceu no dia 17 de setembro, onde foi formado o comitê executivo que coordenará este projeto e vai realizar reuniões e audiências públicas dirigidas à comunidade.

O secretário de Meio Ambiente, Evandro Binotto, explica que o Plano é o principal instrumento da política de saneamento básico. “Ele deve expressar um compromisso coletivo da sociedade em relação à forma de construir o futuro do saneamento no município”, explica Binotto.

Conforme ele ainda, o PMSB deve partir da análise da realidade e traçar os objetivos e estratégias para definir como cada segmento deve se comportar para atingir os objetivos e as metas traçadas.

Segundo o prefeito Mario Ceron (PTB), o PMSB vai abranger a área urbana e rural de Ipiranga do Sul e atuará no abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos, drenagem e manejo de águas pluviais urbanas. “É a oportunidade para a sociedade conhecer e entender o que acontece com o saneamento, discutirmos as causas dos problemas e buscar soluções e com isso garantirmos prestação de serviços com qualidade, adequada à saúde pública à proteção do meio ambiente e à redução das desigualdades sociais”, manifesta.

 

O Plano deve abranger:

 

·         Diagnóstico da situação e de seus impactos nas condições de vida, utilizando sistema de indicadores sanitários, epidemiológicos, ambientais e socioeconômicos e apontando as causas das deficiências detectadas;

·         Objetivos e metas de curto, médio e longo prazos para a universalização, admitidas soluções graduais e progressivas, observando a compatibilidade com os demais planos setoriais;

·         Programas, projetos e ações necessárias para atingir os objetivos e as metas, de modo compatível com os respectivos planos plurianuais e com outros planos governamentais identificando possíveis fontes de financiamento;

·         Ações para emergências e contingências;

·         Mecanismos e procedimentos para a avaliação sistemática da eficiência e eficácia das ações programadas.